Descoberta em 1502 por navegadores portugueses, a Ilha do Governador era habitada pelos índios Temiminós que a chamavam-na de "Ilha de Paranapuã", termo que significava "colina do mar", formada pela junção de paranã, "mar" com apuã, "colina". Os inimigos dos Temiminós, os Tubinambás (Tamoios) a chamavam de "Ilha dos Maracajás" (espécie de grandes felinos, então ambundantes na região). Aliás, maracajá também era um outro nome dos índios Temiminós, dado justamente pela tribo inimiga, dos Tamoios.
O nome Ilha do Governador surgiu em 05 de setembro de 1567, quando o então Governador-Geral do Brasil, Mem de Sá, doou ao seu sobrinho, Salvador Correa de Sá, conhecido pelo apelido de "O Velho", mais da metade de seu território. Salvador de Sá transformou a área em fazenda onde se plantava cana-de-açúcar e produzia açúcar, exportando para a Europa durante os séculos XVI, XVII e XVIII.
Em 1663 foi lançado ao mar o Galeão Padre Eterno, na época o maior navio do mundo. O "galeão" foi construído na ilha em local que passou a ser conhecido como Ponta do Galeão, originando o atual bairro do Galeão.
O desenvolvimento da ilha só ocorreu mesmo a partir de 1838, com a ligação regular de barcas a vapor ilha-continente que teria atracadouro na Freguesia. Com o passar dos anos vieram outros atracadouros, como os do Galeão e da Ribeira, integrando toda a região à economia do café e a atividade industrial (produção de cerâmica).
No século XX os bondes chegaram à ilha, efetivando a ligação interna do Cocotá com a Ribeira em 1922, percurso este estendido posteriormente até o Bananal e a outros pontos. Também foi nesse século que as instalações militares chegaram à ilha: a Base Aérea do Galeão, os quartéis de Fuzileiros Navais e a Estação Rádio da Marinha, época em que o bairro se constituia num balneário para a classe média da cidade.
Em 23 de julho de 1981, o então Prefeito Júlio Coutinho, no tempo do Governador Chagas Freitas, declarou extinto o bairro Ilha do Governador, criando os seus atuais quatorze bairros oficiais de hoje: Bancários, Cacuia, Cocotá, Freguesia, Galeão, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Moneró, Pitangueiras, Portuguesa, Praia da Bandeira, Ribeira, Tauá e Zumbi.
O nome Ilha do Governador surgiu em 05 de setembro de 1567, quando o então Governador-Geral do Brasil, Mem de Sá, doou ao seu sobrinho, Salvador Correa de Sá, conhecido pelo apelido de "O Velho", mais da metade de seu território. Salvador de Sá transformou a área em fazenda onde se plantava cana-de-açúcar e produzia açúcar, exportando para a Europa durante os séculos XVI, XVII e XVIII.
Em 1663 foi lançado ao mar o Galeão Padre Eterno, na época o maior navio do mundo. O "galeão" foi construído na ilha em local que passou a ser conhecido como Ponta do Galeão, originando o atual bairro do Galeão.
O desenvolvimento da ilha só ocorreu mesmo a partir de 1838, com a ligação regular de barcas a vapor ilha-continente que teria atracadouro na Freguesia. Com o passar dos anos vieram outros atracadouros, como os do Galeão e da Ribeira, integrando toda a região à economia do café e a atividade industrial (produção de cerâmica).
No século XX os bondes chegaram à ilha, efetivando a ligação interna do Cocotá com a Ribeira em 1922, percurso este estendido posteriormente até o Bananal e a outros pontos. Também foi nesse século que as instalações militares chegaram à ilha: a Base Aérea do Galeão, os quartéis de Fuzileiros Navais e a Estação Rádio da Marinha, época em que o bairro se constituia num balneário para a classe média da cidade.
Em 23 de julho de 1981, o então Prefeito Júlio Coutinho, no tempo do Governador Chagas Freitas, declarou extinto o bairro Ilha do Governador, criando os seus atuais quatorze bairros oficiais de hoje: Bancários, Cacuia, Cocotá, Freguesia, Galeão, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Moneró, Pitangueiras, Portuguesa, Praia da Bandeira, Ribeira, Tauá e Zumbi.
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